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Por José Roberto Gaion

 

Brasil e o “Grupo C do equilíbrio” — nem tão fácil, mas acessível

Para o Brasil, o sorteio da Copa do Mundo trouxe uma chave que à primeira vista não parece um “grupo da morte”, mas que não deve ser subestimada:

Marrocos chega com uma seleção competitiva, com tradição no futebol africano.

Escócia retorna a uma Copa depois de mais de duas décadas e chega com moral.

Haiti, ainda que seja “underdog”, pode surpreender — nada de desrespeitar adversário.

Assim, a seleção canarinho tem que estar preparada para duelos intensos desde o início.

Para além do Brasil, essa dinâmica se repete em outras chaves: o equilíbrio e a imprevisibilidade ganham força com o formato de 48 seleções e os critérios de sorteio.

Imagem: FIFA

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