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As famílias que estavam abrigadas na Casa Pastoral após o temporal que atingiu Taquaritinga em 24 de julho deixaram o local na última sexta-feira (21). Segundo a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, não há mais famílias desabrigadas em razão do vendaval.

Em entrevista à Rádio Canal Um FM, a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Elisa Veiga Cardoso, explicou que uma das famílias passou a receber o aluguel social emergencial, com recursos destinados pelo Governo do Estado especificamente para atender pessoas atingidas pelo desastre.

De acordo com a secretária, a outra família que permanecia no abrigo conseguiu retornar para sua residência após a realização de serviços de recuperação. A casa recebeu telhamento e reparos na parte elétrica.

Já uma família da Vila Esperança, cuja residência foi condenada pela Defesa Civil, precisará deixar o imóvel definitivamente. Segundo Ana Elisa, a avaliação apontou danos estruturais e a casa terá de ser demolida e posteriormente reconstruída. Por esse motivo, a família é atendida pelo aluguel emergencial.

A secretária explicou que existe diferença entre o aluguel emergencial, destinado especificamente às famílias diretamente atingidas pelo vendaval, e o aluguel social, voltado a famílias em situação de vulnerabilidade que necessitam de auxílio para acesso à moradia.

No caso do temporal de julho, segundo a Secretaria de Desenvolvimento Social, apenas a família da Vila Esperança precisou do aluguel emergencial por ter a residência condenada. Para as demais famílias afetadas, foram realizados atendimentos com fornecimento de telhas e materiais para recuperação das casas, além de colchões, cobertores, cestas básicas e água.

 

Aluguel social

Sobre outras famílias que aguardam o aluguel social, Ana Elisa informou que o benefício depende da estruturação de um convênio entre a Prefeitura e uma instituição. Segundo ela, há também casos acompanhados pela Assistência Social que envolvem medidas judiciais, em articulação com a Promotoria de Justiça de Taquaritinga.

A secretária afirmou que o convênio está atualmente inativo e que a Secretaria realiza um levantamento para verificar as condições necessárias para uma possível reativação.

Segundo Ana Elisa, a intenção é organizar os procedimentos e estabelecer uma padronização para que o atendimento às famílias seja realizado de acordo com as regras do programa. Para isso, a Secretaria também busca informações sobre o funcionamento do aluguel social em outros municípios, como Ribeirão Preto e Matão.

Enquanto o aluguel social não é reativado, as famílias acompanhadas pelos serviços da Assistência Social continuam sendo avaliadas pela Secretaria, que também atua na articulação dos atendimentos necessários para cada caso.

Fonte e foto: Canal Um FM

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