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CAT e seus artilheiros desde que voltou em 2017

Mais uma vez o CAT perde seu artilheiro para o jogo decisivo. Nessa semana, Kauan Giancler se despediu do Leão, às vésperas do jogo contra o Penapolense, que vale uma vaga na semifinal do Paulistão da A4. No ano passado foi Marcos Paulo por desentendimento com Diego Souza que foi embora, na semana do jogo contra o Catanduva. Um ano depois, Kauan que trocou o empresário e anunciou sua saída. Tivemos em 2023 também, um caso semelhante com Gabriel Moyses, mas na oportunidade, ele estava emprestado pelo São Bernardo que solicitou sua volta em uma negociação em paralelo com o Red Bull.

Isso ocorre muito no mundo do futebol, no entanto, com o CAT, aconteceu três vezes nos últimos quatro anos. Não dá pra cravar, porém, que conseguiríamos o acesso caso esses jogadores ficassem. Sabemos apenas que fizeram falta, pois, eram jogadores importantes de cada time montado pela diretoria. E a história mostra, que desde que retornou em 2017, Taquaritinga é uma boa escola para os atacantes se destacarem.

Enfim! Desses citados, Gabriel Moyses, hoje 23 anos, está jogando a Série B, pelo Athletic de Minas após se destacar no Campeonato Mineiro deste ano pelo URT, onde fez cinco gols. Desde que deixou o CAT com 8 gols, o jogador fez mais 14 na carreira. Marcos Paulo, 22 anos, jogou pelo Paranavaí a segundona do paraense e marcou apenas um gol. Teve uma passagem curta pelo futebol português, sem balançar as redes. Agora, chegou a vez de Kauan Giancler tentar brilhar! O Azuriz na Série D do Brasileirão tenta contar com os gols do atacante.

Em contrapartida, o CAT conseguiu ter atacantes que ficaram até o fim do campeonato e vivem fase importante na carreira: Lucas Duarte, artilheiro em 2024, está muito bem em Portugal, onde passou pelo Covilhã e está no Felgueiras. Já marcou 21 gols depois da sua passagem pelo CAT. Marcos, o substituto de Gabryel Moyses, está na Série A3, joga no Rio Preto e é o vice-artilheiro da competição. Desde que saiu do CAT, balançou as redes em 17 oportunidades.

Agora o caso que chama mais a atenção é o time de 2022, que teve Vinícius como artilheiro, com apenas 3 gols. Desde de 22 rodou, hoje joga no IAPE do Maranhão, mas desde que deixou o Leão, fez 22 gols. E um tal de Alex Choco, que também terminou o campeonato pelo CAT, hoje, Choco é um dos artilheiros do país, no qual fez 15 gols pelo Bataguassu e agora, no Operário, ambos do Mato Grosso do Sul, no qual já tem quatro tento em três jogos e 19 gols em 2026.

E, em 2019, Eduardo, que passou pelo Leão, inclusive, com números parecidos com os de Kauan, hoje tem 62 gols em três temporadas nas divisões inferiores de Portugal. Já em 2017, Marcos Renner fez 9 gols, acabou como artilheiro e hoje atua no futebol de Hong Kong. Em 2018, nós pulamos, porém, o centroavante era Gregory, jogou apenas cinco jogos, fez um golzinho contra o José Bonifácio, mas tem mais de 60 gols na carreira jogando em ligas da Tailândia, onde está hoje, Macau, Hong Kong, Malásia. Também se aventurou na segunda divisão da Bolívia e em divisões inferiores de Portugal. João Ferez, também fazia parte daquele time, mas não engrenou.

Desde que voltou ao futebol profissional em 2017, ninguém fez mais gols que Marcos Paulo com a camisa do CAT, um total de dez. Depois, vem Marcos Renner, com 9 gols, Gabryel Moyses (8 gols), Lucas Duarte (8 gols). Andradina (8 gols) e Eduardo (7 gols) e Giancler com (7 gols).

Agora a expectativa de quem vai assumir essa responsabilidade na Copa Paulista e na reta final da A4.

Foto: Bruna Modesto

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