A estreia do Clube Atlético Taquaritinga diante da sua torcida, na tarde deste sábado, ficou longe do que os 588 pagantes esperavam no estádio.
Em uma atuação pobre tecnicamente e com poucas alternativas ofensivas, o CAT foi derrotado pelo ECUS por 1 a 0 e segue sem balançar as redes sob o comando do técnico Silvinho.
O início de partida já mostrava um time nervoso e com dificuldades para construir jogadas. No primeiro tempo, o CAT finalizou apenas uma vez em direção ao gol adversário e ainda saiu jogando errado em dois lances perigosos, que quase resultaram na abertura do placar para o ECUS.
Mesmo com o desempenho fraco, o jogo ganhou um novo cenário ainda na etapa inicial. O lateral-direito Handrey, do ECUS, foi expulso após acertar um golpe em Anthony, em um lance que mais pareceu de artes marciais do que de futebol. Com um jogador a mais, tudo indicava que o CAT teria o controle da partida.
No intervalo, Silvinho tentou mudar a postura da equipe. Kawan deu lugar a Messias, e João Vitor saiu para a entrada de Pedro Miguel no meio-campo. No entanto, mesmo em superioridade numérica, o time pouco produziu: foram apenas três chutes, todos sem perigo real ao gol.
Para piorar, em uma cobrança de escanteio, o zagueiro Kaio acabou tocando a mão na bola dentro da área. Pênalti para o ECUS. Matheus foi para a cobrança e converteu, colocando os visitantes em vantagem.
Na tentativa de buscar o empate, Silvinho sacou os dois laterais e colocou mais dois atacantes. O CAT ficou mais ofensivo, porém completamente desorganizado. A alternativa passou a ser apenas a bola alçada na área, o famoso “chuveirinho”, sem qualquer efetividade.
Como se não bastasse, o volante DG, um dos pilares da equipe taquaritinguense, acabou expulso no fim da partida e desfalca o time no confronto de quarta-feira, contra o Comercial, em Ribeirão Preto.
Com a derrota, o CAT amarga a primeira perda em casa na competição e aumenta a pressão sobre o setor ofensivo. A principal preocupação segue sendo a mesma: o time ainda não marcou nenhum gol na era Silvinho — e a esperança é que isso mude o quanto antes.
Foto: Eduardo da Silva













