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O CAT ainda não balançou as redes na era Silvinho. Não é uma crítica direta, mas um ponto que precisa, sim, ser melhorado. O time mostra organização, entrega e competitividade, porém o futebol cobra o gol — e ele ainda não veio.

Agora, a equipe entra em uma verdadeira maratona de jogos, e a Série A4 é curta demais para desperdiçar oportunidades.

Há, porém, motivos para esperança. Pedrinho surge como uma delas. Ponta com característica ofensiva, jogador que sabe chegar à área e que, ao menos nas categorias de base, mostrou faro de gol. Seu nome já está no BID, o que aumenta a expectativa do torcedor por uma alternativa diferente no setor ofensivo.

Se, por um lado, o ataque ainda não funcionou, defensivamente o time mostrou virtudes importantes. Na estreia, mesmo com um jogador a menos desde a primeira etapa, o sistema defensivo deu show de aplicação e disciplina. É verdade que o Vocem não tem o mesmo nível de qualificação de equipes como o ECUS, mas ainda assim o comportamento defensivo merece registro positivo.

Neste sábado, às 15h, o Leão terá um desafio maior. Enfrenta uma equipe bem treinada, o que naturalmente eleva o grau de dificuldade. E, diante desse cenário, fazer gols deixa de ser apenas desejável e passa a ser fundamental para buscar a primeira vitória na competição.

Os números mostram a urgência: empate em 0 a 0 com o Bandeirante de Brodowski, 0 a 0 com o Marília, derrota por 3 a 0 para o Catanduva, derrota por 1 a 0 novamente para o Marília e novo 0 a 0 contra o Vocem. A defesa segura, o meio competitivo, mas o ataque ainda em branco.

A pergunta que fica é inevitável: amanhã, desencanta? O torcedor espera que sim — porque, no futebol, uma bola na rede pode mudar tudo.

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