Centro de Pesquisas em Grafeno do Brasil quer concorrer com potências mundiais

O Brasil está se preparando para entrar de vez no rol de nações que são referência em estudo do grafeno, material resistente a quedas e utilizado em telas de celular, LED, capacetes, dentre outros. O país agora conta com o MackGraphe, um Centro de Pesquisas Avançadas em Grafeno, Nanomateriais e Nanotecnologia, o primeiro e único deste tipo na América Latina. O espaço promete concorrer com os já consolidados centros europeus, asiáticos e estadunidenses de estudo de grafeno.

Inaugurado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, o local reúne pesquisadores mackenzistas dos cursos de Química, Física, Engenharia de Materiais e Engenharia Elétrica. O grupo é formado por cientistas que são desde bolsistas de iniciação científica a alunos de pós-doutorado, e atua desenvolvendo produtos e soluções sob demanda da indústria brasileira. A preparação de pesquisadores também é uma preocupação do espaço.

Brasil está se preparando para entrar de vez no rol de nações que são referência em estudo do grafeno, material resistente a quedas e utilizado em telas de celular, LED, capacetes, dentre outros. O país agora conta com o MackGraphe, um Centro de Pesquisas Avançadas em Grafeno, Nanomateriais e Nanotecnologia, o primeiro e único deste tipo na América Latina. O espaço promete concorrer com os já consolidados centros europeus, asiáticos e estadunidenses de estudo de grafeno.

Inaugurado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, o local reúne pesquisadores mackenzistas dos cursos de Química, Física, Engenharia de Materiais e Engenharia Elétrica. O grupo é formado por cientistas que são desde bolsistas de iniciação científica a alunos de pós-doutorado, e atua desenvolvendo produtos e soluções sob demanda da indústria brasileira. A preparação de pesquisadores também é uma preocupação do espaço.

O projeto do MackGraphe recebeu aporte de R$ 30 milhões, provenientes do Fundo MackPesquisa e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).  As pesquisas são concentradas em três áreas estratégicas: fotônica, energia e compósitos.

Não faz muito tempo que o grafeno passou a fazer parte do nosso cotidiano. Embora o material tenha suas origens no grafite, substância já utilizada pela humanidade há centenas de anos, o grafeno foi isolado pela primeira vez em 2004, na Inglaterra, por Konstantin Novoselov e Andre Geim.

Primeiro material de duas dimensões já descoberto, ele é composto por uma única camada de átomos de carbono. Na prática, assume a forma de uma lâmina transparente, resistente a quedas e impactos e, ao mesmo tempo, flexível. O grafeno é capaz ainda de conduzir calor e eletricidade com mais eficiência do que o cobre ou mesmo o silício – entre outros predicados.

O interesse neste material tem crescido nos últimos anos. Entre as opções de aplicações já disponíveis no mercado, estão raquetes de tênis, que são mais fáceis para balançar e permitem shots ainda mais poderosos; LEDs que permitem menor consumo de energia; capacetes mais leves e resistentes, e com isso, mais seguros; e pneus Corsa Vittoria, conhecido como os mais rápidos do mundo; dentre outros.

Fonte: ED

 

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